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A EDUCAÇÃO INFORMAL DA JUVENTUDE NA DIOCESE DE
SANTA CRUZ DO SUL – 1959/1986.

O presente trabalho tem como finalidade verificar as estratégias utilizadas pela Igreja Católica da diocese de Santa Cruz do Sul na educação informal da juventude, durante a gestão do primeiro bispo, Dom Alberto Etges. Analisou-se os documentos produzidos durante o período de 1959/1986, que deixam claro a opção do bispo e da diocese de investir na educação informal da juventude, independente de sua realidade social. A JAC – Juventude Agrária Católica – foi a primeira escola de formação e destinava-se aos jovens do meio rural. Durante o regime militar, os Movimentos de Encontro, em especial o Emaús, atendeu os jovens dos centros urbanos e os Grupos Paroquiais atuaram no meio rural, mas sem que houvesse uma unidade na formação da juventude. E na década de 80, cada meio específico. Por fim, pode-se afirmar que a diocese de Santa Cruz do Sul, através do Setor da Juventude, contribuiu com seu projeto de educação informal para a formação dos jovens. Muitas das atuais lideranças comunitárias, políticas, educacionais, comerciais e empresariais, tiveram passagem nos quadros de educação informal da diocese.

Palavras – chave: Juventude – educação informal – formação – liderança.


Introdução

O presente trabalho tem como finalidade verificar as estratégias utilizadas pela Igreja Católica da diocese de Santa Cruz do Sul na educação informal da juventude, durante a gestão do primeiro bispo, Dom Alberto Etges. Analisou-se os documentos produzidos durante o período de 1959/1986, que deixam claro a opção do bispo e da diocese de investir na educação informal da juventude, independente de sua realidade social. Também entrevistou-se pessoas que foram influenciadas pelo modelo de educação informal da diocese. A carência de líderes fez com que a diocese investisse na formação de lideranças.

A opção metodológica utilizada neste trabalho é a análise e interpretação da atuação da Igreja Católica e de documentos produzidos para e pela Pastoral de Juventude no Rio Grande do Sul, especialmente pelo recurso da Análise de Discurso, além dos instrumentos da História Oral e Histórias de Vida de pessoas envolvidas diretamente com o tema juventude.

A JAC – Juventude Agrária Católica – foi a primeira escola de formação e destinava-se aos jovens do meio rural. Além de refletir sobre temas ligados a agricultura, a JAC preocupava-se com a formação do cidadão e com a realidade brasileira. Durante o regime militar, os Movimentos de Encontro, em especial o Emaús, atendeu os jovens dos centros urbanos e os Grupos Paroquiais atuaram no meio rural, mas sem que houvesse uma unidade na formação da juventude. E na década de 80, cada meio específico (rural, operário, estudantil...) criou seu espaço de formação, mas também ocorreram momentos de integração e a parceria apontou para uma educação que exigiu do jovem militância, comprometimento e engajamento político na comunidade.

1. JAC: Primeira escola de formação

No Rio Grande do Sul, a Ação Católica foi organizada nas dioceses e cada uma aplicava a metodologia mais adequada, de acordo com as condições de vida e os costumes da população diocesana. As diferenças entre as dioceses rio-grandenses faziam com a organização da Ação Católica divergisse conforme o grau de urbanização ou a importância do meio rural. Para o arcebispo de Porto Alegre, Dom João Becker, o princípio básico da Ação Católica era o de encaminhar e dirigir ao apostolado social as obras e agremiações de caráter religioso assim como as instituídas para a formação da juventude. Segundo Becker (1929),

(...) nas escolas e colégios, era preciso iniciar a Ação Católica, iniciar o seu apostolado. Os professores católicos não poderiam eximir-se dessa obrigação. As associações católicas existentes como as Congregações Marianas, o Apostolado da Oração, as Sociedades de São Vicente, as Uniões de Moços Católicos e as demais, deveriam, portanto, intensificar seus trabalhos e ampliar o círculo de sua atividade.

No Sul do país, o movimento da JAC preocupou-se com a formação dos trabalhadores rurais. Formando parceria com as Frentes Agrárias, difundiu o sindicalismo, além de defender os movimentos de cultura popular, programas de alfabetização, o cooperativismo e a criação de comunidades de trabalhadores autônomos. Conforme Botas (1983), o instrumento para atingir os objetivos das Frentes Agrárias e da JAC era o programa da Educação de Base, integrando o agricultor na luta, principalmente pela Reforma Agrária.

O Movimento de Educação de Base (MEB) foi um dos movimentos educacionais mais significativos do início da década de 60, atuando em onze estados brasileiros, concentrando sua atuação junto a grupos políticos da esquerda cristã, imprimindo uma orientação ideológica própria, direcionando a prática educativa para programas de desenvolvimento comunitário e de sindicalização rural. Além de ter sido um dos movimentos educacionais mais marcantes no início da década de 60, principalmente no Nordeste brasileiro, o MEB tornou-se viável graças a ação do Governo Federal que garantia a viabilidade financeira.

Outros movimentos deste período ligados à promoção da cultura popular foram os Centros Populares de Cultura, apoiados por intelectuais ligados ao cinema, às artes plásticas e à filosofia. Para Paiva (1972)
“o movimento pretendia encontrar uma fórmula brasileira para a prática educativa ligada à cultura do povo e suas atividades estavam voltadas fundamentalmente para a ‘conscientização das massas’, através da alfabetização e da educação de base”.

A preocupação com a educação e formação do povo diocesano pautou toda a trajetória de Dom Alberto Etges, desde que assumiu como primeiro bispo da Diocese de Santa Cruz do Sul, em 1959, até o último dia do seu episcopado. O grande desafio do bispo era com relação a formação da juventude, que recebeu destaque especial dentre as prioridades pastorais para os primeiros anos de seu mandato episcopal.

A preocupação com a formação dos jovens contribuiu para a organização de vários encontros por parte da coordenação da estadual JAC. Em maio de 1963, na cidade de Caxias do Sul, a JAC realizou o Seminário de Estudos Sócio-Econômicos. No encontro foram debatidos temas ligadas a realidade agrária como:

“Solo – tipos de solo, conservação, estrutura agrária e legislação agrária; Trabalho – exploração agrícola, pecuária, industrialização rural, sujeito do trabalho é o homem; Capital e Administração da Empresa – organização da direção, da produção e do trabalho, capacidade de investimento; Organização Rural – cooperativismo, sindicalismo e política”.

Pelos temas abordados no encontro, percebe-se que existia uma preocupação com o aspecto formativo do jovem, tanto no que se refere a seu cotidiano na roça, bem como alternativas organizativas com ênfase para o associativismo. Neste seminário, a diocese de Santa Cruz do Sul esteve representada, pois fazia parte da política do bispo Dom Alberto de investir na formação de lideranças jovens.

No mesmo ano, a coordenação diocesana da JAC e JACF enviou uma circular para as paróquias e comunidades, orientando sobre a formação política. Dizia uma passagem da circular:

Há uma grande falta de interesse e conseqüente falta de orientação política. A política é uma necessidade e a JAC não pode ficar alheia a um assunto tão importante. A JAC não deve fazer política partidária, mas deve ser uma escola de formação política.

A circular enviada aos jacistas da diocese de Santa Cruz do Sul pode ser enquadrada num período de transição, pois no ano seguinte ocorre o golpe militar e a mudança de sistema político. Por outro lado está implícito o desconhecimento das pessoas em relação à vida política. Neste contexto, as camadas populares não tinham acesso ao poder, à medida em que eram excluídas. Freire (1967) chama atenção da não participação das camadas populares na vida política do país, ao afirmar que
a exclusão do homem comum do processo eletivo – não votava e nem era votado – proibia a ele qualquer ingerência, enquanto homem comum, nos destinos de sua comunidade, havia então de emergir uma classe de homens privilegiados.

A intenção dos coordenadores da JAC e do bispo era direcionar a formação da juventude para que houvesse um engajamento político do jovem, mais comprometido e responsável, fortalecendo a organização das comunidades da recém criada diocese, tendo presente a conjuntura nacional, com destaque para o esgotamento dos governos populistas e com o fortalecimento dos militares, apoiados por segmentos da sociedade civil e religiosa.

Outro aspecto importante a ser ressaltado é o dos espaços de formação que a JAC conquistou nas emissoras de rádio da região. Em circular, a coordenação informava aos jacistas os horários dos programas:

“Rádio Santa Cruz, de Santa Cruz do Sul, às terças-feiras, às 18 horas; Rádio Independente, de Lajeado, no primeiro domingo de cada mês, às 11 horas e 30 min; Rádio Encantado, de Encantado, aos domingos, às 11 horas e 50 min”.

Para a época, ter três programas de rádio para informar e formar a juventude jacista era uma demonstração de importância e força que o movimento tinha, pois os espaços eram cedidos de forma gratuita pelas emissoras. Tais programas tornam-se importantes, uma vez que, em 1960, 40% da população brasileira era analfabeta. Conforme Manfredi (1981),

“o analfabetismo parecia como uma forma de expressão da manutenção de privilégios econômicos, sociais, políticos, `a medida em que impedia 40% da população brasileira de participar do processo de desenvolvimento em curso e principalmente do sistema de decisão política”.

Na diocese de Santa Cruz do Sul, a educação informal era realizada de jovens para jovens e atendia a fins específicos. O depoimento de um integrante da coordenação diocesana da JAC revela como funcionava, em 1962, a parte de formação dos jovens:

“A gente trazia palestrantes, que faziam palestras sobre saúde, higiene, sindicalismo, cooperativismo e outros temas. As palestras visavam abrir as mentes do jovem rural para que realmente se enriquecesse um pouco mais. Recebesse algo mais do que recebeu nos bancos escolares. Uma vida com cultura”.

Conforme Dom Alberto (1995), a juventude agrária se organizava em três linhas:

“A linha da formação era em torno da vida própria do jovem na agricultura. A parte da oração era na vida deles, como pertencendo à Igreja Católica. E a vida do lazer era iniciar uma vida humana total para que tudo o que dizia respeito ao jovem fosse encampado pela juventude”.

O golpe de 1964 não repercutiu muito na diocese se comparado ao que representou à população dos grandes centros do país. Repressão aos órgãos de imprensa, cassação de direitos políticos, perseguição aos intelectuais, torturas, assassinatos e grande número de exilados. Embora a região dos Vales do Rio Pardo e Taquari não tenham sentido diretamente as mazelas do novo regime, acompanhavam, na medida do possível, os seus desdobramentos. Mas especificamente em nível regional, segundo Dom Alberto, ninguém foi preso por causa do trabalho ou da participação na JAC. As atividades formativas com os jovens continuaram na diocese, mas a necessidade de inserir-se no mundo do trabalho, contribuiu para que muitos optassem pelo afastamento do movimento. Assim, chegava ao fim a primeira escola informal de educação da juventude na diocese.

2. Modelos Opostos de Formação: Grupos Paroquiais X Emaús.

A partir de 1965, surgiram na diocese vários grupos de jovens, tendo como inspiração o Movimento Familiar Cristão. Para Weber (1995), os grupos de jovens concentravam-se mais em Lajeado, Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul 11. Eram tentativas isoladas que visavam reorganizar a juventude católica, que se dispersara após o fim da Ação Católica Especializada.

Apesar do regime militar restringir as atividades políticas, os encontros e congressos estaduais de jovens eram organizados, mas discussões não giravam em torno dos problemas do país. Segundo Schneider (1995), havia muita cautela sobre os temas debatidos, pois existia o receio de que houvesse pessoas infiltradas, ligadas aos órgãos de repressão do governo militar. A repressão era muito forte e para não correr riscos, não se tocava em temas que pudessem ser usados como prova contra os participantes.

O controle sobre os movimentos populares, aqueles que sobreviveram ao golpe, era rígido, pois desde 1964, com o regime militar, houve um controle sobre os meios de comunicação e a educação, utilizando-os como instrumentos de controle e dominação. Conforme Freire (1972), a mudança política se dará na medida em que os oprimidos tomarem consciência de sua condição de opressão e lutarem para superá-la. Ainda segundo Freire (1972),

“a liberdade, que é uma conquista e não uma dominação, exige uma busca permanente (...) Mas na medida em que a realidade concreta em que estão inseridos (os oprimidos) é funcionalmente domesticadora, libertar-se de sua força exige, indiscutivelmente, a emersão dela e uma volta sobre ela”.

É o medo e o receio de comprometer-se com a causa dos perseguidos e oprimidos que afastava os jovens dos movimentos organizados pela Igreja Católica. E foi esta a dificuldade que a Coordenação Diocesana de Jovens enfrentava, no início da década de 70. Segundo Ely (1995), era difícil encontrar jovens dispostos a participar do processo organizativo, tanto nas paróquias, como nos grupos de jovens. Nas comunidades que não tinham ou não conseguiam organizar grupos de jovens, a coordenação diocesana perdia sua razão de existir.

Nas paróquias de Lajeado, Arroio do Meio, Encantado, Putinga, Rio Pardo e Santa Cruz do Sul, existiam vários grupos organizados e reuniam um bom número de jovens. Os temas discutidos pelos jovens eram geralmente ligados aos problemas do cotidiano, sobre sua vida espiritual e como auxiliar nos trabalhos comunitários. Não era possível uma discussão mais crítica sobre temas políticos e sociais, pois o país vivia sob a égide do regime militar.

A não discussão de temas sócio-políticos é explicada por Freire (1972) quando afirma que:

“ao refletir a sociedade opressora, sendo uma dimensão da ‘cultura do silêncio’, a educação bancária mantém e estimula a contradição (...) Para estes (opressores) o fundamental não é o desvendamento do mundo, sua transformação. Na verdade, o que pretendem os opressores é transformar a mentalidade dos oprimidos e não a situação que os oprime”.

Desta forma, percebe-se a utilização da educação como força ideológica de manutenção do status quo. E é nesta linha de não comprometimento com a transformação social que surge na diocese o Emaús, tido como uma alternativa pastoral, em substituição a Ação Católica Especializada. Destinava-se mais aos jovens urbanos de classe média. Para Ely (1995) o bispo Dom Alberto simpatizava com o Emaús, que ultrapassava as divisas da diocese, dando uma visão mais forte ao movimento do que a Igreja local. Existem colocações mais críticas sobre os resultados do movimento. Segundo Schneider (1995),

O Emaús enfatizava o emocional, o afetivo e quando a pessoa acordava, ficava deprimida; era um processo brutal, querendo em três ou quatro dias, transformar o jovem.

O Emaús entrou em declínio, segundo Hammes (1995), por não ter continuidade. Começou a ter problemas de identidade, porque o movimento tornou-se uma espécie de superestrutura, que necessitava buscar as pessoas nas paróquias. As paróquias emprestavam para o Emaús os jovens e na volta não trabalhavam com eles. Começou também todo um processo de multiplicar as ofertas, ou seja, o Emaús não era a única ação pastoral de formação para os jovens na diocese. Por sua vez, o Emaús não se renovou. A diocese de Santa Cruz do Sul ficou só no Emaús. Era visto como uma solução para os jovens da cidade e as paróquias começaram a enviar jovens para fazer o curso. Até jovens do interior, que viviam fora do contexto no que o Emaús surgiu, participaram do movimento. Isto enfraqueceu o movimento, além das outras iniciativas pastorais que vinham surgindo, mais sólidas e duradouras, tendo por base a Escola Diocesana de Jovens. Nos encontros diocesanos de juventude, os jovens do Emaús não participavam. Começou um paralelismo e este se tornou fatal para o próprio Emaús. Para Heinen (1995),

era um Emaús que tinha suas estrelas e seus capanguinhas.

Para BORAN,

“a adoção de uma linha espiritualista levou os jovens a se fechar dentro do seu movimento de encontro ou dentro da própria paróquia, alienando- os de toda uma realidade da sociedade onde viviam. Os dirigentes desses movimentos não percebiam que a sua exclusão de uma dimensão política da fé não significava que deixavam de fazer política. Pelo contrário, a sua linha espiritualista tinha uma clara opção política, que era a de manutenção do status quo”.

Apesar dos conflitos entre os participantes dos Grupos Paroquiais com os do Emaús, ambas as experiências foram significativas e eficazes para a formação dos jovens, embora não tivessem como finalidade propor alternativas para a sociedade ditatorial vigente no Brasil. O não comprometimento da diocese com um programa formativo de transformação político-social, pode ser explicado pela distância da região em relação aos grandes centros e pela censura das informações. Assim, nos primeiros anos da década de 70, ocorre um afastamento dos jovens de movimentos que visem lutar pela democracia e a participação. Para Freire (1972), a sociedade brasileira assistia anestesiada aos acontecimentos, pois temia a repressão, a perseguição. Contudo, Freire (1972) adverte:

“o esforço revolucionário da transformação radical das estruturas não pode ter na vanguarda os homens do que fazer e nas massas oprimidas, homens reduzidos ao fazer (...). Este é o ponto que deveria estar exigindo uma permanente reflexão de todos aqueles que realmente se comprometem com os oprimidos na causa de sua libertação”.

Se a causa dos oprimidos era um debate reprimido na sociedade brasileira na década de 70 e os índices de analfabetismo, somado ao arrocho salarial tornavam difícil a vida do trabalhador, buscou-se na região dos Vales Taquari e Rio Pardo, alternativas informais de educação, para formar, principalmente, o jovem da roça. Surge assim, em fins dos anos 70, a Escola Diocesana de Formação, destinada a capacitar lideranças jovens que tivessem como função, organizar o Setor da Juventude a partir da comunidade. É um período marcado por mobilizações em âmbito paroquial, comarcal e diocesano, expressados através de caminhadas, encontros e congressos.

O período coincide com o movimento dos metalúrgicos no ABC paulista, com o fim do bipartidarismo e com o processo de abertura democrática. É uma nova fase em que os jovens de todo o país voltam a cantar, a sonhar com um país melhor, embora sem o mesmo entusiasmo da década anterior.

A militância na Pastoral da Juventude contribuiu para que muitos jovens optassem pela participação na vida política, sindical, estudantil, pois acreditavam que estas eram as esferas concretas de transformação e os canais para construir uma sociedade mais justa.

No Brasil, a participação dos jovens nas conquistas sócio-políticas, marcou recentemente o país, em dois momentos específicos. O primeiro foi em 1984, na Campanha das Diretas Já, da qual os jovens participaram com sua força de mobilização, exigindo a eleição direta para Presidente da República, juntamente com os demais segmentos da sociedade. O segundo, foi em 1992, quando os caras pintadas foram para as ruas, contribuindo para o impeachment do então presidente brasileiro, Fernando Collor de Mello.

Por fim, pode-se afirmar que a diocese de Santa Cruz do Sul, através do Setor da Juventude, contribuiu com seu projeto de educação informal para a formação dos jovens. Muitas das atuais lideranças comunitárias, políticas, educacionais, comerciais e empresariais, tiveram passagem nos quadros de educação informal da diocese.


Referências Bibliográficas

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BOTAS, P. C. L. A bênção de abril. Brasil Urgente: Memória e engajamento católico no Brasil 1963/64. Petrópolis – RJ : Vozes, 1983.

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FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972.

FREIRE, Paulo. Educação como prática para a liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967.

ELY, V. Entrevista realizada em 17 de abril de 1995. Porto Alegre – RS.

ETGES, Dom Alberto. Entrevista sobre a PJ na diocese. Santa Cruz do Sul – RS, 24 jan. 1995.

HAMMES,E. Entrevista realizada em 30 de abril de 1995. Santa Cruz do Sul – RS.

HEINEN, O . Entrevista realizada em 23 de abril de 1995. Casa Paroquial. Arroio do Meio – RS.

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RELATÓRIO do Seminário de Estudos Sócio-econômico. Caxias do Sul – RS, 1963.

SCHNEIDER, E. Entrevista sobre a Juventude da década de 70. Santa Cruz do Sul – RS, 15 mar. 1995.

WEBER, D. Entrevista realizada em 23 de fevereiro de 1995. Casa Paroquial, Arroio do Meio – RS.

WILGES, Erni. Entrevista sobre a JAC na diocese de Santa Cruz do Sul. Santa Cruz do Sul – RS, 5 fev. 1995.

III Plano Diocesano de Pastoral. Santa Cruz do Sul – RS, 1979.

XVIII CARTA PASTORAL de Dom João Becker. In: Revista Unitas. Porto Alegrre – RS: Ano XVII, nº9, 1929. (p: 309)


 
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