... Edição: 2006 - Vol. 31 - No. 01 > Editorial > Índice > Resumo
 
A subjetivação do mercado e o fazer pedagógico: por uma práxis transformacional no espaço escolar

Ronaldo Queiroz de Morais*
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O presente artigo propõe, a partir da leitura dos signos de mercado e de seu corolário no fazer-pedagógico, fomentar uma práxis transformacional no espaço escolar. Com efeito, num contexto de mercado total, a forma-imagem-mercadoria se sobrepõe à forma-matéria-mercadoria e o real torna-se mero simulacro na estética da banalização imagética. Nesse sentido, a escola é um campo importante no processo de subjetivação capitalista, pois percebemos, sub-repticiamente, nesse espaço, a naturalização da indústria cultural como cultura dos universais. Daí a importância de uma leitura articulada do que fazemos em nosso cotidiano (em casa, na escola, etc) com a teoria que substancia nossas práticas – objetivando uma PRÁXIS de coloração POP, banhada no pós-moderno, pois é nele que temos que inventar e criar espaços de liberdade para a produção do possível.

Palavras-chave: Educação. Subjetivação. Mercado.

 
* Mestre em Integração Latino-Americana (UFSM), Doutorando em História Social (USP) e Professor de História da FACOS e CMPA.
 
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