... Edição: 2006 - Vol. 31 - No. 02 > Editorial > Índice > Resumo
 
Por que somos kleinianos: a esquizoanálise entre educação e arte

Luciano Bedin da Costa*
Mayra Martins Redin**
Claudia Madruga Cunha***
.

O presente ensaio procura fazer uma discussão acerca de alguns aspectos da esquizoanálise formulada pelos filósofos Gilles Deleuze e Félix Guattari, procurando inseri-la dentro da discussão acerca das práticas e discursos em educação. Para isso, Por que somos Kleinianos tem como intercessor direto, a produção do artista francês Yves Klein (1928-1962), centrando-se nas suas séries monocromáticas, na questão da monotonia e na sua discussão acerca do vazio. Para isso, será feita uma retomada no conceito de máquina abstrata, trabalhado pelos filósofos acima mencionados, sendo este, colocado lado a lado de dois outros importantes conceitos: diagrama e cartografia. A partir do que se chamou de máquina abstrata-Klein, o discurso majoritário acerca da educação será posto em questão, de modo que se possa pensar em novas maneiras de habitar o espaço educacional, procurando romper com o ciclo repetitivo despertado pelo niilismo emergente.

Palavras-chave: Esquizoanálise. Yves Klein. Educação

 
* Psicólogo e Mestrando em Educação (UFRGS).
** Psicóloga e graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS em 2006.
*** Doutora em Educação (PPGEDU/FACED/UFRGS) . Professora na FEEVALE.
 
Ler artigo
View abstract

.